terça-feira, 8 de outubro de 2013

Atividade de recuperação

" A CULPA É DAS ESTRELAS "


“A culpa, meu caro Bruto, não é das estrelas, mas de nós mesmos, que consentimos em ser inferiores”. Más para John Green, a culpa é das estrelas.
Hazel Grace, uma garota de dezesseis anos com câncer com metástase nos pulmões em fase avançada conseguiu, por um milagre, prolongar sua vida. Porém ela não pode se separar do seu “amigo”, o cilindro de oxigênio que faz com que ela respire, na medida do possível, normalmente.
Como Hazel estava muito reclusa e solitária, sua mãe faz com que ela passe a frequentar um grupo de apoio à jovens com câncer. Em certo dia durante uma reunião do grupo ela conhece Agustus Waters , dezessete anos, havia perdido uma perna por causa de um câncer nos ossos, más que a um ano e meio já estava estabilizado.
A partir desse dia começou a nascer uma grande amizade e um futuro amor; ela começa a frequentar a casa do Gus, onde assistiam filmes, jogavam videogames e onde começaram a conversar sobre o livro preferido de Hazel, Uma aflição Imperial, o qual é fonte de muita angustia por parte dela, já que o livro termina sem terminar de contar a história. Hazel já havia tentado se comunicar com autor várias vezes, sem sucesso; até que Augustus tem uma ideia que pode levar eles a descobrirem o final do livro.

Esse foi o meu primeiro contato com John Green e eu achei fantástica a capacidade dele de tratar um assunto tão pesado e dramático, de forma tão sutil, normal e divertida.
Uma das características dos personagens do autor é que sempre são nerds (John também é), sarcásticos- o que leva o livro a ter momentos bem engraçados-  e apaixonantes.
A escrita dele é bem leve e jovem, oque faz a leitura fluir muito rápido. O livro é cheio de lições e ensinamentos existenciais que nos fazem refletir bastante.
Portanto posso concluir que esse livro não foi a minha melhor leitura, mas sim, foi extremamente marcante e emocionante, me levando a pensar nele por bastante tempo.

A edição lançada pela editora Intrínseca, esta perfeita, sem nenhum erro de revisão, com uma ótima diagramação e com uma capa mais bonita ainda.
Adaptação:
Ansel Elgort"Os direitos de A Culpa é das Estrelas pertencem à  20th Century Fox, e o roteiro é assinado por Scott Neustadter e Michael H. Weber (roteiristas do (500) Dias com Ela). Já a produção do filme ficará por conta de Marty Bowen e Wyck Godfrey (responsáveis pela produção da Saga Crepúsculo).
 Em entrevista à MTV News, os produtores disseram que John Green acompanha de perto as decisões: “Aliás, ele amou o roteiro, diz que sente que capturamos tudo o que se poderia esperar absorver do livro. Acho que os fãs vão ficar realmente satisfeitos com isso.” disse Marty Bowen.
 Já a direção do filme ficará sob cuidados de Josh Boone. As filmagens tem previsão para começar ainda esse ano e o elenco já começou a ser definido. Shailene Woodley foi escolhida para viver Hazel Grace, Ansel Ergor foi escolhido para viver Augustus e John se mostrou satisfeito com a escolha.

John Green 

"John Michael Green (nascido em 24 de agosto de 1977 em Indianapolis, Indiana, EUA) é um vlogger e autor de livros para jovens adultos.  Junto com seu irmão, Hank Green, John começou um projeto no YouTube, em janeiro de 2007, chamado Brotherhood 2.0. A proposta do projeto seria passar todo o ano de 2007 sem se comunicar por forma de texto com o dito irmão, ambos se compromissando a postar vídeos em dias alternados"

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Avaliação Bimestral

"Amor é um troço raro e sempre de vanguarda." [Martha Medeiros]




"No caminho onde o amor impera, existe uma felicidade guardada que ora se derrama, ora se dosa a conta-gotas quase que para provocar um receio. É que não estamos nunca de todo conquistados e até os laços mais eternos também têm suas fragilidades. E, ao mesmo tempo em que numa relação saudável podemos ser tão transparentes, há um pequeno mistério a ser constantemente desvendado. Como se em determinados momentos, tivéssemos que segurar o suspiro, ou guardar a frase de efeito para hora mais adequada. Como quando mesmo com muita vontade de dormir junto, tivéssemos que escolher a saudade pra valorizar aquele abraço. Amor assusta e dói, mesmo quando é só prazer. Toda possibilidade de passo contém em si a do tropeço. E é assim que a vida trama o inusitado para que a alegria não se esvazie na previsibilidade dos tempos. Não existe fórmula para que o amor dê certo, posto que tudo é tão dinâmico sempre.  Mas existem duas virtudes que suavizam quaisquer conflitos: a compreensão e a paciência. Compreender é um exercício de alteridade: você, ao invés de julgar, se coloca no lugar do outro numa passividade profunda até que haja sentido nas atitudes, pensamentos e argumentos dele. E a paciência que se precisa ter pra esperar os processos, o amanhecer, a chegada do fim da tarde pro reencontro. Paciência para esperar que todos os sentimentos se acomodem em meio a todo aquele amor desmesurado. Em meio a todo aquele medo de que tudo dê errado. Compreensão e paciência podem preencher o vazio mais maciço. E as duas provêm de uma sensibilidade lapidada. O que se ganha com isso, além de uma evolução mútua dentro de um relacionamento, é um melhoramento individual de ambas as partes. Estar com alguém sem transformar-se é esterilizar uma importante etapa de aprendizado.  Estar com alguém sem conhecer-se é subjugar o Universo que existe em cada um. Estar com alguém sem estar inteiro é minar a oportunidade mais especial de encontro. Não é preciso aceitar para compreender, nem estar passivo pra ser paciente. O que essas duas virtudes exigem é respeito: por si, pelo outro e pelo desenrolar dos fatos. Quando estamos UNOS com o TODO podemos perder o ritmo na Dança do Universo, mas permaneceremos sempre de mãos dadas.

[Marla de Queiroz]

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A Guerra dos Tronos

Depois de um tempo sem encontrar uma verdadeira fantasia épica como Senhor dos Anéis – não comparando as historias- eis que surge A Guerra dos Tronos (Game of Thrones), escrito por George R. R. Martin, é o primeiro da série Crônicas de Gelo e Fogo.
A história se passa em um continente fictício chamado Westeros - um mundo basicamente feudal e medieval- que é divido em sete reinos. O livro começa contando a história da família Stark, que mora em Winterfell (Norte de Westeros).
Com a morte de Jon Arryn- mão do rei - o rei Robert Baratheon – da casa Baratheon, casado com Cercei da casa Lanister que é uma das casas rivais da Stark, o que causa muitos conflitos ao decorrer do livro- junto da sua corte vai até Winterfell  para encontrar Eddard Stark- um homem que, acima de tudo, preza a honra, casado com Cataleyn, da casa Tully, e pai de Robb, Sansa, Arya, Bran e Rickon e também do bastardo Jon Snow.  - para convoca-lo a ocupar o cargo deixado por Jon.
A historia também se desloca para outros núcleos como o da casa Targaryen que tem como últimos integrantes Viserys e Daenerys que são descendentes de Aeryn II, rei morto e substituído por Robert Baratheon.
Com o desenrolar da historias descobrimos como Westeros é um continente instável, cheio de intrigas politicas, complôs, quase no ápice da eclosão de uma guerra pelo “trono de ferro” que vem sendo disputado há muito tempo.
Um livro complexo com seres fantásticos e perigosos, emocionante do começo ao fim trazendo aventura, guerra, assassinatos.
As personagens foram brilhantemente construídas, elas são humanos ou seja, não são totalmente boas ou ruins, por isso em um momento você pode estar amando uma personagem mas de repente ele faz alguma coisa e você passa a odiar ele isso os tornam bastante complexos.

Fonte: http://papodelivro.blogspot.com.br/2013/03/guerra-dos-tronos.html

domingo, 1 de setembro de 2013